Eu sempre escrevo, seja em guardanapos ou no meu caderno. Eu nunca mais tinha escrito aqui, eu sei. Vou tentar mudar isso. Não por obrigação, porque eu gosto. Tô pensando em usar o meu tumblr como blog também, mas ele está precisando de uma boa reforma.
As coisas mudaram muito desde os meus últimos textos. É incrível como reviravoltas acontecem, pessoas mudam, oportunidades surgem e frutas caem no chão.
E é tão idiota pensar que eu já sabia o desfecho de tudo isso.
E eu disse qual seria ele.
E mesmo eu tendo certeza disso, não me ouviram. Negaram, forçaram sorrisos, fingiram uma felicidade que nunca existiu. Ou, se existiu, foi baseada em mentiras, em (e sei que o uso dessa palavra é clichê) ilusões. Era só algo que dava pro gasto. Dava pra começar uma história, então foram lá. Tudo bem. Eu só acho que história nenhuma é melhor do que uma história ruim com um final que deixe a desejar. Algo que era completamente previsível.
Esse não é um texto com a pretensão de ser bom.
Esse é um texto que pretende ser prático.
Muito obrigada aos seguidores que ganhei. E aos elogios. Obrigada de verdade, fico realmente feliz com isso.
No mais, minha vida tem ido muito bem.
Eu sei que minhas palavras nessa parte, a que pretendia ser feliz e nem um pouco amargurada, soam secas e sem vida, mas perdoem. É apenas a influência do primeiro trecho. Eu estou feliz o necessário pra passar bem meus dias. Eu olho pra os meus amigos todos os dias e vejo o quanto sou sortuda em tê-los. Pessoas que, para quem olha de fora, vivem em perfeita harmonia. Mas de dentro, posso ver todos os defeitos, as intrigas entre um e outro, os relacionamentos delicados. E, mesmo assim, gostar de viver no meio de tudo isso. Saber que nunca vou encontrar nada igual.
Eu sei que minhas palavras nessa parte, a que pretendia ser feliz e nem um pouco amargurada, soam secas e sem vida, mas perdoem. É apenas a influência do primeiro trecho. Eu estou feliz o necessário pra passar bem meus dias. Eu olho pra os meus amigos todos os dias e vejo o quanto sou sortuda em tê-los. Pessoas que, para quem olha de fora, vivem em perfeita harmonia. Mas de dentro, posso ver todos os defeitos, as intrigas entre um e outro, os relacionamentos delicados. E, mesmo assim, gostar de viver no meio de tudo isso. Saber que nunca vou encontrar nada igual.
Sabe como é olhar pra um momento e ter certeza que no futuro você vai lembrar dele e sorrir? Pois é.
Que vontade de comer bolo de cenoura.